As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias, fungos ou protozoários e transmitidas principalmente a partir de relações sexuais sem uso preservativo com uma pessoa que esteja infectada. Anteriormente, os órgãos de saúde utilizam a nomenclatura Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). No entanto, recentemente foi adotado o termo IST, já que a pessoa pode estar infectada, mas não ter desenvolvido ainda a doença. As ISTs mais comuns são herpes genital, sífilis, gonorreia, HIV, HPV, hepatites virais, clamídia e tricomoníase. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de um milhão de pessoas adquirem uma IST a cada dia. Calcula-se que 530 milhões de pessoas estejam infectadas com o vírus do herpes genital e mais de 290 milhões de mulheres estão infectadas pelo HPV. Qualquer pessoa que tiver uma relação sexual sem proteção, ou seja, sem preservativo, é passível de contrair ISTs, independentemente de fatores como idade, estado civil, classe social ou sexualidade. Por isso, o uso da camisinha masculina ou feminina em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para prevenção. Além disso, é importante estar com as vacinas que previnem doenças como a Hepatite B e a infecção pelo HPV em dia. Sintomas e sinais Os sinais das infecções sexualmente transmissíveis aparecem, principalmente, no órgão genital da pessoa, mas podem surgir também em outra parte do corpo, como na palma das mãos, olhos e língua. Os sintomas das infecções sexualmente transmissíveis podem se manifestar de diversas formas, de acordo com cada caso, como feridas, corrimentos, verrugas anogenitais. Algumas Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) podem não apresentar sinais e sintomas, e se não forem diagnosticadas e tratadas, podem levar a graves complicações, como infertilidade, câncer ou até morte. A infectologista do Grupo Pardini, Melissa Bianchetti Valentini, ressalta que algumas ISTs, como o HIV e a gonorreia, podem ser identificadas a partir de 15 dias após a exposição ao risco. Mesmo assim, é importante que 90 dias após o contato sexual desprotegido o exame seja realizado novamente, para ter certeza de que não houve infecção. No entanto, outras como as hepatites B e C podem demorar até seis meses para serem diagnosticadas. Dentre as ISTs, a Dra. Melissa alerta para o aumento surpreendente de 5.000% nos casos de sífilis no Brasil, nos últimos 5 anos. Ela enfatiza que algumas delas, como a gonorreia e clamídia, são assintomáticas, por isso é fundamental que sejam realizados os exames para que as pessoas não as disseminem ainda mais. Além disso, a médica alerta para o aumento nos casos de HIV entre os homens jovens. A transmissão de uma IST também pode acontecer por meio do uso compartilhado de agulhas ou pela transfusão de sangue contaminado. Além disso, é possível contrair o vírus durante a gestação, parto ou amamentação. Check up Com o objetivo de atender à essa demanda e contribuir para a redução das infecções, o Hermes Pardini realiza os exames que detectam as principais ISTs que atingem tanto as mulheres como também os homens. Informações e dúvidas Entre em contato com o atendimento ao cliente Hermes Pardini: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. • www.hermespardini.com.br
Publicado Terça, 12 Março 2019 19:22

Neste início de ano, a nutricionista e consultora do Hermes Pardini, Alice Carvalhais recomenda os pais realizar um check-up kids, composto por sete exames.

Publicado Segunda, 11 Fevereiro 2019 18:39

Moradores da região podem procurar a Unidade da Prefeitura para vacinar as crianças às terças e quintas-feiras, nos horários de 9 às 12 horas e das 13h às 16 horas.

Publicado Segunda, 11 Fevereiro 2019 18:38

As sócias da Ben Vivere, clínica de estética, dão as dicas para estar com o corpo em forma para a folia.

Publicado Quinta, 24 Janeiro 2019 16:32

José Geraldo Leite Ribeiro / Assessor Científico em Vacinas do Grupo Hermes Pardini - CRMMG 13231

O Estado de Minas Gerais, incluindo a capital Belo Horizonte, é classificado como intensa área de circulação do vírus da febre amarela, em seu ciclo silvestre, desde o final de 2016, e essa situação ainda permanece neste início de ano, de acordo com o Centro de Informação em Saúde ao Viajante da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Publicado Sexta, 11 Janeiro 2019 11:55
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