Passar pelo local após às 18 horas é perigoso. Moradores e trabalhadores que atravessam pela passarela reclamam sobre a incidência diária de delitos e a falta de policiamento no local.
Além dos arrombamentos e roubos de veículos, assaltos à mão armada, seguidos de arrombamentos de residências (em alguns casos levando tudo que está em casa), moradores e atletas do bairro estão sento assaltados durante as caminhadas, em plena luz do dia.
Polícia Militar, representantes de moradores e parlamentares debatem mecanismos para conter o aumento do índice de criminalidade na região do Belvedere.
Cresce o número de ocorrências e Polícia Militar só conta com uma viatura para atender todos os bairros da região.
Ao que tudo indica a violência no Belvedere não se dá por meio de fatos isolados, está se tornando uma situação frequente. Até o fechamento dessa edição foram registradas 33 ocorrências entre assaltos a mão armada, assaltos a residências e saidinhas de banco. A última ação dos bandidos aconteceu na Rua Emilio Jacques de Morais e deixou mais um morador revoltado. Na Rua Carlos Pereira uma funcionária da residência foi assaltada em plena luz do dia. E tão grave quanto esses fatos aconteceu na Rua Antero Gomes Leite onde um marginal assaltou a residência e ainda sequestrou o proprietário e um caseiro. Recentemente, a ação dos meliantes teve lugar nas proximidades das Ruas Sílvio Barbosa com Geraldo Magalhães, abordando um grupo de pessoas que saia de um curso.
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